Estava pensando, como sempre… Sempre observei a vida, seja através de um livro, de um filme ou através de mim mesma. Obviamente se você é um bom observador sabe que pode-se aprender muito com a observação, mas da mesma forma que um cientista primeiramente observa uma situação e logo em seguida parte para a parte da experimentação… Isso normalmente é um problema para algumas pessoas e posso dizer que o é para mim também.
Observar e apenas tocar nos momentos mais incríveis da vida não nos deixa marca o suficiente para recordar. A experiência sempre é lembrada porque se torna parte daquilo que somos. E quem somos nós quando não nos dedicamos a nossa experiência, ao nosso momento, às nossas vidas? Espectros daquilo que gostariamos que tivesse sido e não foi…
As vezes num momento de euforia eu sou uma pessoa que não conheço muito bem. Acho estranho, porém vem naturalmente, não há análises só ações. Seria isso felicidade? Sentir como se você pudesse correr distancias na velocidade do pensamento, da aceleração da sua alma, e querer ter tudo ao alcance de sua mão?
Penso também por que se sentir sozinho quando há muitas pessoas que se importam com você? Será que todos se sentem desconectados do mundo? Serão os efeitos da observação? As vezes me sinto o Pequeno Príncipe, muitas vezes sozinha em meu mundo lutando contra milhares de baobás. Mas nem tão sozinha tenho minha rosa.
Aliás, o momento mais feliz da minha vida, aquele momento que esperamos poder dizer que podemos vivê-lo para sempre, em que estaremos em paz porque nada mais importa a não ser aquele exato momento, ela estava lá… Gostaria que pudessemos experimentar toda uma existência juntas… Porque sei que só terei aquele momento de volta com ela ao meu lado.
Bom, tudo mundo sabe da importância de comer algo gostoso para as pessoas tristes. Sim, eu ando triste e ainda mais triste às vezes é o almoço que me é servido em casa. Ontem foi um desses dias, a moça que trabalha lá em casa me ligou perguntando o que ela deveria fazer para o almoço, arroz e feijão (que eu comi a semana inteira) ou purê… Eu mesmo não indo muito com a cara do purê (e sabendo que provavelmente seria SÓ purê) me decidi por ele.
Quando chego para almoçar com a minha irmã e nos sentamos à mesa vejo o fogão limpo e apenas uma panela. Avisamos que chegamos, então a Marinalva vai, pega a panela e a posta no centro da mesa. Talvez por questão de paladar mesmo sou a primeira e experimentar… Está muito forte de manteiga…
Na hora me senti parte de uma família inglesa classe média em decadência durante o períoda de guerra. Meu pai soldado não está presente, pois foi enviado para lutar na França para impedir o avanço alemão. Minha mãe, doente desde que meu pai foi servir a Inglaterra, não se levanta da cama para nada…
Ao sentarmos na mesa eu sou Jane (personagem do filme “Return to Neverland”), uma criança que tem de assumir o papel de adulta para manter um lar. A situação é grave, Marinalva a única serviçal que continuou conosco é justamente aquela que não sabe cozinhar. Não só por culpa de sua falta de aptidão na cozinha, mas também por falta de suprimentos, uma vez que muito está sendo enviado para as tropas.
A única coisa que nos resta são as batatas e elas estão podres. Marinalva tentou disfarçar o gosto colocando a única manteiga que nos resta em demasia. A visão solitária da panela no centro da mesa e de seu conteúdo é desoladora. Então minha irmã bebê, em sua inocência incapaz de entender o que se passa ao seu redor, pergunta:
“Por que isso para o almoço?”
Não foi o almoço mais trsite da minha vida… Normalmente eu teria fica chateada com a visão da “panela solitária”, mas pensando em como aquela situação era trágica acabei rindo muito… No final abri um Hot Pocket da Sadia e terminei meu almoço de um jeito bem Americano.
Uma manhã dessas de muito sono fui deixar minha irmã na faculdade. Depois disso fui direto para o trabalho. Sempre fiz mesmo caminho para retornar (passo em frente ao antigo prédio da prefeitura de São Paulo lá no Pq. Dom Pedro), é tido que lá é um lugar perigoso, mas não ligo muito para isso.
O fato é que nessa manhã fatídica em questão, eu estava com muito sono e estava curtindo um som, alto como sempre, tentando me acalmar por um ser vagaroso ter me feito ficar parada no farol…
Então eis que começo a reparar nos pedestres atravessando a faixa. Dois sujeitos caminham e se separam… Um anda na direção do meu carro enquanto o outro aguarda na calçada próximo à porta do passageiro…
O primeiro sujeito encosta no meu carro e bate no vidro. Eu muito cantante e ao mesmo tempo num estado letárgico de sono nem desconfo… Então de soslaio eu reparo num sujeito feio do meu lado, feio feito a peste ouvindo música num mp3, dizendo algo e fazendo gestos para que eu baixe o vidro… Eis então a minha deixa: “Desculpe, mas eu não tenho trocado…”
O cara meio atorduado se afasta e vai confabular com seu comparsa… O farol abre e eu me vou. Depois reflito sobre o ocorrido e me parece que um mendigo, mesmo tendo um mp3, não sairia por aí exibindo tal artefato. Não combinaria com a cara de coitado… Então analisando a movimentação dos planetas, as posições nas quais meus possíveis algozes estavam pude então sentir meu coroção acelerar no peito e um pensamento me veio: “Acabei de dizer que não tinha trocado para um cara que ia roubar o meu carro.”.
Sai rindo de minha falta de atenção e quem sabe sorte… Talvez o sujeito fosse apenas um aprendiz de ladrão…
Tenho importante a dizer… Hoje dia 11 de agosto é um dia especial para aquelas pessoas que decidiram fazer advocacia. É o dia do pindura, o dia em que, pelo que me contaram, os advogados “to be” mostram os furos na lei e se valem dela para tirar vantagem, ou seja, comer e beber de graça…
Mas eu não sou advogada e nem pretendo ser então só posso dizer que esta data é muito lira porque foi o dia em que nasceu uma grande pessoa, um ser de beleza infinita e rara e por que não dizer um ser muito fétido de cabelinhos arrepiados. Sim Hoje é o dia da Chabo… Ela é muito mais do que o ser liro que sempre me alegra quando tudo parece estar desmoronando. Ela é incrivelmente linda e muito inteligente… parece gente grande. Eu e a Xepa achamos que ela só nasceu para nos fazer feliz e queríamos que nesse dia ela sentisse o amorrrrr que sentimos por ela…
Chabo… nós tanamos… coisa mais fétida que nós já vimos, a mais bebe, a mais benezer a mais lira do mundo… Este post vai para você que sempre alegra os nossos corações…
(Eu ia deixar esta imagem como um monumento ao bolo de aniversário que você não ia ter, mas como você é zombeteira, você me ligou para dizer que tinha bolo de brigadeiro matildão bem na hora em que eu escrevia este post, então depois nós comemos o de verdade)
Ontem estava voltando da casa do meu namorado pela Raposo Tavares, um pouco de dor de cabeça, visão um pouco embaçada devido a semi chuva de ontem, então com muita vontade de chegar em casa eu decido ultrapassar um carro que estava lerdando… Tandan…
Para a minhã surpresa não era qualquer carro era a Mystery Machine da turma do Scooby… Mas nenhum deles estava dentro, era outra pessoa, talvez alguém tenha roubado os coitados, não sei dizer, as coisas estavam nubladas pode ter sido uma visão e fui passando o carro até perde-lo de vista mesmo…
Então acontece que me lembrei no que estava pensando… Era mesmo sobre a série Supernatural… O pensamento tinha se “ocultado” hahaha. Acontece que estou assistindo a primeira temporada (vi alguns episódios e acho que vi a terceira temporada na tv) e ai a cada episódio os irmãos Whinchester lutam contra algo sobrenatural e geralmente é baseado em algum caso conhecido indo desde uma lenda urbana até mitologia. O que é um tanto sobrenatural para mim é que não há um episódio no qual a coisa com eles lutam eu não tenha ouvido falar…
É quase como se eu fosse uma especialista do oculto… Agora eu te pergunto o que é que eu vou fazer com esse tipo de conhecimento?
a – Abro uma empresa para investigar casos paranormais?
b – Crio roteiros para a série em questão?
c – Crio o meu próprio programa Sobrenatural?
ou
d – me desespero com a quantidade de informação inútil que tenho armazenada no cérebro?
Eu ia postar aqui um caso que me ocorreu a uns dois minutos enquanto olhava o site da marvel e de repente PUFF… E o caso some da minha mente… Se bem que eu acho que não tem nada a ver com a marvel, mas com o seriado Supernatural…
Quem sabe eu lembro, se eu conseguir recuperar da parte de arquivos fantasmas na minha cabeça!
Pra caso seja uma questão de inferno astral achei bom então comemorar meu desaniversário hoje.
Então todos comigo…
“Um bom desaniversário pra mim… Um bom desaniversário pra mim!!!”
Obs: Se alguém sentir que seja caso seja uma situação de substituir os itens com defeito no post anterior, os indico como lista de presentes da minhas festa.
Vai sair um tanto melodramático o que vou dizer, mas… “Esse seria o título de um filme que retratasse a minha vida”.
Se eu contar tudo de duas uma, ou o leitor ficaria tão comovido com minha estória que ainda na primeira página ele não conseguiria ler mais nada por ter chorado muito ou estaria tão entediado com tanta bobagem e infantilidade que este simplesmente faria algo melhor do que ler as lamúrias desta que escreve.
De qualquer forma talvez haja alguma explicação astrológica, científica ou quem sabe espiritual para ter tanto azar… Quando tudo acontece com você as menores coisas se tornam inaceitáveis. As coisas pequenas se tornam a agulha em cima do camelo.
Vou listar as últimas “coisinhas” que me ocorreram:
1 – A borrachinha do meu fone do ipod se desmanchou… (A loja “oficial” do Brasil que um rim em troca pelo original)
2 – Meu abajur do Mickey que eu adoro pifou… Estou sem a luz que meus olhos aceitam e já estou a quase 2 semanas sem ler porque a outra luz machuca meus olhos.
3 – Pela manhã eu descobri que meu ipod está quase abrindo no meio…
4 – Agora a tarde por pura idiotice acabei quebrando a haste do meu óculos escuros.
O que virá a seguir não sei dizer… Talvez deva andar com algumas ervas enfiadas no suvaco para evitar o maldito difunto que está me amaldiçoando porque c’est ne pas possible!!!